Nula dies sine linea

Nunca sem uma linha. A frase é de Caio Plínio Segundo, um daqueles romanos fora de série, conhecido como Plínio, o Velho –  mas na verdade estou citando um amigo escritor que a tem tatuada no braço. O sentido pode ser muito mais profundo, claro: nem um dia sem uma meta, um horizonte, uma ideia.

É um desafio. Vou deixar essa promessa marcada aqui, também. A partir de hoje, nunca acabar o dia sem uma linha – na minha interpretação livre, um texto, uma anotação. Seja escrita aqui, seja num arquivo em word que vai acabar esquecido como tantos outros, seja no caderninho no fundo da bolsa; mas se consegui identificar algo que me faz bem, e que faço bem, creio que seria bom parar de fazê-la apenas por encomenda, sem qualquer conexão com minha vida e meus interesses.

Uma linha só pra mim, um horizonte só meu.

E lógico, a  coluna/blog sobre minhas leituras continua firme e forte.

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